Ola leitor cujo pelo destino seja de onde for teve acesso a esse post, quero perguntar indiretamente por que tememos tanto a mudança?
seja mudando a rota, ou o corte de cabelo, o que nos leva a sermos tao apegados a mesmisse? somos para quem se identifica em algum nível uma tartaruga medrosa da imprevisibilidade, eu sou assim, já me senti angustiada com a sensação estranha de que algo horrível iria acontecer quando mudei a rota da minha caminhada, fiquei olhando o sol se por e me perguntando por que me sentia assim a verdade é que quando mudamos algo que fazemos diariamente no automático nos torna mais consciente e talvez se você for como eu enxergar coisas em si mesmo.
as vezes agradáveis, outras vezes terríveis nossa mente se abre para nos e ela sempre pode ser bondosa ou exigente, você percebe muito talvez ate repasse coisas que se arrependeu e se sente culpado. A mudança é desconfortável para mim e talvez para você marciano ou marciana, anunnaki ou repitiliana pois somos exposto a verdade de nossa situação mental, o que lava a questão: como esta você quando não se esconde por trás da sua rotina e seus afazeres? como está você fora das conversas superficiais, dos sorrisos sem motivo apenas por que alguem fala sobre algo que você não tem interesse, das picuinhas ou situações de conflito que parecem tão sem sentido, como estamos nos sem o v que tampamos através de nossas distrações?
o silencio te incomoda? palavras vazias jogadas num mar de outras iguais, falar para suprimir os vacuos se escondendo então por trás do ilusório que estamos todos sentindo coisas que não sabemos o porquê.
agridoce vento da mudança, me desespera te ver chegar pois quando chega me balança e me faz querer mudar, para a estrada que eu sei de cor para os passo que ate posso contar para as exatas circunstancias previsíveis que eu sei lidar.
para mudança eu digo que a suporto, não deixo ela me assustar, mas as vezes ela me surpreende e eu agradeço por em algumas dessas vezes ela ter me feito bem, me mostrado, me modificado mesmo sem querer a ser o que me ser mais confortável de me tornar.
